sexta-feira, 23 de março de 2012

Educação e as Tecnologias

Muito se discute sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação em sala de aula. 
Veja abaixo a opinião de alguns educadores sobre este assunto.

"Nunca, talvez, a frase quase feita – exercer o controle sobre a tecnologia e pô-la a serviço dos seres humanos – teve tanta urgência de virar fato quanto hoje, em defesa da liberdade mesma, sem a qual o sonho da democracia se esvai". (Paulo Freire).



"Os professores podem ajudar os alunos incentivando-os a saber perguntar, a enfocar questões importantes, a ter critérios na escolha de sites, de avaliação de páginas, a comparar textos com visões diferentes. Os professores podem focar mais a pesquisa do que dar respostas prontas. Podem propor temas interessantes e caminhar dos níveis mais simples de investigação para os mais complexos; das páginas mais coloridas e estimulantes para as mais abstratas; dos vídeos e narrativas impactantes para os contextos mais abrangentes e assim ajudar a desenvolver um pensamento arborescente, com rupturas sucessivas e uma reorganização semântica contínua". (José Manuel Moran)


"Formar para as novas tecnologias é formar o julgamento, o senso-crítico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar e classificar, a leitura e a análise de textos e de imagens, a representação de redes, de procedimentos e de estratégias de comunicação". (Philippe Perrenoud)

quarta-feira, 21 de março de 2012

[Resenha] Em Carne Viva, de Maria da Glória Cardia de Castro

Nota: Este livro fez parte de uma atividade em sala de aula, proposta aos alunos da Educação de Jovens e Adultos, pela professora de Língua Portuguesa. Pelo o que ela me relatou - e eu pude ver depois - os alunos costumam gostar muito da leitura, porque a história é muito próxima daquilo que eles vivem.

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“O sonho já acabou, vamos encarar a realidade.
Não se drogue por não ser capaz de suportar sua própria dor.
Nenhum lugar fará você se sentir um homem.
Eu estive em todos os lugares e só me encontrei em mim mesmo”.
(Jonh Lennon)

A citação acima, que serve como epígrafe do livro Em Carne Viva, de Maria da Glória Cardia de Castro, já nos anuncia o assunto do livro, que aborda de forma interessantíssima o submundo das drogas. David é um adolescente como tantos outros quaisquer: fruto de uma classe média comum em tantas cidades grandes, tem apego e admiração pela mãe e um relacionamento praticamente inexistente com o pai. Na escola, enfrenta o drama da possibilidade iminente da reprovação – que culminaria na separação de seu melhor amigo, Pedro; que, com certeza, passará de ano.

Diante deste cenário, um acontecimento muda tudo: David e Pedro se envolvem em uma briga que transformaria o destino dos dois. Pé de Anjo, o valentão que lhes enchera de sopapos, aproxima-se de David não só para lhe falar mal do amigo, Pedro, mas também para “ajuda-lo”. É com esta “ajuda” que Pé de Anjo o arrasta para o mundo das drogas e do sexo, levando-o para um caminho sem volta.

Em Carne Viva, faz um relato duro e contundente do que em acontecendo na sociedade moderna dos últimos anos e como as pessoas lidam com isso: como é, para um adolescente, não ter um apoio familiar? Como é que os jovens lidam com a pressão de sempre ter que conseguir boas notas? Como é que as pessoas percebem, ignoram, não aceitam, julgam e/ou lutam com a realidade de ter um usuário de drogas em seu convívio? É respondendo a todas estas perguntas que a autora envolve seus leitores. A obra é, portanto, uma ótima pedida a pais, professores, psicólogos e assistentes sociais que queiram abordar esta temática de uma maneira diferente. Além disso, encanta os leitores em geral, que desejam compreender mais sobre o assunto.


Livro: Em carne viva
Autor: Maria da Glória Cardia de Castro
Gênero: Romance
Editora: Moderna

segunda-feira, 19 de março de 2012

[Curso] Formação de profissionais de Centros de Atenção Psicossocial Infantil – CAPSI

Olá pessoal,
Recebi o informativo abaixo e resolvi compartilhar com vocês. 

Formação de profissionais de Centros de Atenção Psicossocial Infantil – CAPSI
PS: Ao acessar o link do informativo, vocês terão acesso a outros cursos (grande parte deles gratuitos) oferecidos pela USP.

Diário de bordo: Projetos e Didática Específica #4


São Paulo, 12 de março de 2012.

Este diário começa antes da aula. Como no último encontro meus colegas de grupo fizeram muitos questionamentos sobre a ONG em que propus fazer o projeto, pedi a Verônica, presidente dos Mensageiros da Esperança, que me enviasse uma apresentação institucional. Na 2ª feira pela manhã, compartilhei os slides com o restante do grupo. Somado a isso, também enviei o texto do Estatuto da Criança e do Adolescente e um texto sobre ele.

Horas mais tarde, já na aula, pudemos conversar. O professor nos lançou o desafio de pensarmos no título e na justificativa do projeto. Como justificaríamos algo que não tínhamos certeza que faríamos? Para nos ajudar, o docente nos pediu para definirmos:

1.       O nosso projeto é viável?
2.       Para quem destinaremos o projeto?
3.       Qual é a metodologia do nosso projeto e quanto tempo precisaremos para coloca-lo em prática?

Voltamos a nos reunirmos. Conforme nos fora solicitado, passamos a refletir sobre o tema supracitado. Tomamos como ponto de partida o que havíamos feito na aula anterior. Perguntei-lhes se haviam lido o material que eu enviara. Parte tinha visto; parte, não. De qualquer forma, identificamos que os outros lugares sugeridos não seriam viáveis para a realização do projeto, pois o público atendido por eles varia no dia a dia. De comum acordo, definimos que desenvolveremos o nosso projeto lá nos Mensageiros da Esperança.

Demoramos um pouco para definirmos o público de nossa ação. Cogitamos os adolescentes, seus pais e educadores. No fim de várias possibilidades, opinamos pelo público entre os 12 aos 15 anos.

A definição da carga horária de aplicação foi mais fácil, passamos então, ao nome e à justificativa: assim como os pais demoram um pouco para definir o nome dos filhos, nós discutimos TODAS as possibilidades de nomes para o nosso projeto. Nomes longos, nomes curtos, com ou sem a citação do ECA em seu título. Depois de montarmos todo um quebra-cabeça, chegamos a um consenso (como o projeto é secreto, não posso dizer aqui qual é).

Para a justificativa, começamos a rascunhar um texto; todavia, a aula é curta para tantas reflexões... Acabou não dando tempo para terminar.

O que mais gostei desta aula é que as discussões foram todas tranquilas. Percebi a maturidade do grupo em se ouvir e se importa no que cada um dizia. O problema mesmo é a dificuldade de ter sete grupos trabalhando juntos em um mesmo espaço: o barulho é inevitável.

domingo, 18 de março de 2012

Diário de bordo: Projetos e Didática Específica #3


São Paulo, 03 de março de 2012.

“Fujam para as colinas!”, acho que foi isso que me passou pela cabeça quando, ao entrar na sala, o professor anunciou que aquele seria o dia da formação dos grupos. Como na aula anterior ele havia pedido que anotássemos em uma folha “nome e curso do bacharelado”, sua orientação foi rápida e rasteira: “cada grupo deverá ter um – no máximo dois – componentes de cada curso. Serão formados sete grupos”.

Então, a lousa fora dividida em sete partes. As pessoas que já tinham em mente quem seria dos seus grupos começaram a anotar um a um os nomes na lousa. A aula já havia chegado na metade e eu não estava em nenhum grupo. Comentei com o professor: “não estou em nenhum grupo, isso é como dar um tiro no escuro”. Ele riu, mas concordou comigo. Neste momento, a Célia, uma das meninas formadas em Artes Cênicas chegou. Então, combinamos de entrar no grupo 4, sem ao menos saber quem eram as pessoas.

Fiquei feliz, quando vi que nosso grupo era de um pessoal que eu tinha ido com a cara, ainda que eu saiba que teremos um desfalque daqui para o meio do ano, pois uma das meninas está grávida, estou animada.

Ao nos reunirmos, vi que o pessoal estava meio tímido, então resolvi puxar assunto. Perguntei se eles tinham em mente um lugar para que desenvolvêssemos o projeto e se tinham alguma experiência com este tipo de trabalho. Para a minha sorte, não sou a única que tem conhecimento disso. A Célia trabalhou três anos com crianças de um projeto social, e uma das meninas da Educação Física trabalha em um projeto com a Terceira Idade, em uma ONG do centro de SP. Levantamos a possibilidade de ir conhecer esta ONG e de eu levar o grupo para conhecer a Mensageiros da Esperança, organização em que gostaria de desenvolver o projeto, localizada na Brasilândia.

De toda esta aula, acho que o mais rico foi a discussão que tivemos para chegar a um tema para o nosso projeto. Contei um pouco das dificuldades que sempre escuto dos educadores com quem trabalho, e os demais integrantes também falaram das vivências dando aula (seja em escolas, seja em cursos livres). Resolvemos que buscaremos uma forma diferente e divertida para falar dos direitos e deveres – provavelmente, com foco no Estatuto da Criança e dos Adolescentes. Foi uma pena que não pudemos avançar mais no assunto, uma vez que a aula acabou. Agora, só saberemos mais na terça-feira que vem! E vamos que vamos!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Do túnel do tempo: entrevista na Carta Capital

Olá!
Dias atrás conversava com meus colegas de trabalho e, entre um papo e outro, comentei com eles que já fui entrevistada pela revista Carta Capital há muitos (muitos mesmo!) anos atrás. O motivo da entrevista?! O meu recém-começado trabalho como educadora no curso de informática e cidadania.

Como eles ficaram curiosos para ver, resolvi compartilhar com vocês.

(Clique nas imagens para ampliá-las)





segunda-feira, 12 de março de 2012

[Atividade] Classes Gramaticais

Comecei meu estágio supervisionado nas aulas de Língua Portuguesa da Educação de Jovens e Adultos de uma escola municipal. Como a professora lecionaram na aula anterior a parte teórica sobre Classes de Palavras, pedi-lhe para fazer a minha regência dando aos alunos os exercícios propostos abaixo. 

1. Leia o trecho do poema:
A casa
(Vinícius de Moraes)
"Era uma casa
muito engraçada.
Não tinha teto,
Não tinha nada.
Ninguém podia
entrar nela não,
porque na casa
não tinha chão".

2. Identifique no texto:
a) os substantivos:
b) os adjetivos:
c) os advérbios:
d) os verbos:
e) os pronomes:
f) as conjunções:

3. Escolha um substantivo, um adjetivo, um advérbio e um pronome identificados no exercício anterior e forme frases com cada um deles.

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Como a professora já havia trabalhado uma poema de amor, escrito por Vinícius de Moraes, os alunos se surpreenderam quando disse que ele também escrevia poesia infantil, a exemplo do poema do exercício.
Na hora da correção, percebi que eles tiveram dificuldade de identificar o pronome indefinido ninguém.
Então, a professora me disse que fará uma aula só sobre pronomes, pois ela também percebeu que seus alunos têm dificuldades com tal ponto da matéria.

sábado, 10 de março de 2012

10 coisas que aprendi ao procurar estágio

A postagem de hoje é uma dica para quem vai à luta na procura de um estágio supervisionado em escolas. Tudo o que falarei aqui, aprendi na prática e na persistência.

1. Leve sempre consigo uma carta da universidade a mais. Você nunca sabe quando poderá precisar de uma. Não confie nas escolas (há as que são organizadas e as que são enroladas - estas poderão perder a sua carta).

2. Quando você for até a escola, faça isso com tempo e paciência. Escola pública costuma dar chá de cadeira assim que ouve a palavra estágio.

3. Por mais que as pessoas não lhe tratem bem (estagiário não está na categoria "ser humano" para parte das escolas), não revide. Seja sempre uma pessoa bem-humorada e sorridente. Quanto mais você for mal-educado, pior ficará a situação (mesmo que você esteja certo e a escola esteja errada).

4. Pergunte se a escola tem um livro de ponto (que algumas chamam de livro de estágio ou livro do estagiário). Muitas vezes as pessoas que trabalham por lá não avisam. 

5. Se a escola tiver o livro do ponto, provavelmente você colará uma parte da carta da sua universidade nele, então, carregue um tubo de cola com você! (Lembre-se sempre: quanto menos trabalho você der à escola, melhor - ou menos pior - você será visto).

6. Se a escola tiver o livro do ponto, NUNCA, em hipótese alguma, deixe de assiná-lo. Se você esquecer, depois a direção pode se dar ao direito de não querer assinar o seu estágio.

7. Comece observando. Ficar calado até que todos se ambientem com você (e você se ambiente com a escola) é a melhor coisa a fazer. Depois de uns 2 ou 3 dias, as pessoas se acostumarão e você passará a ser visto de outra forma.

8. Seja simpático e atencioso com os alunos. Isso facilitará muito quando você fizer a regência (dar aula) durante o estágio.

9. Não peça para que as pessoas fiquem assinando as suas planilhas a todo instante. Isso pode deixá-las irritadas. Mas também não demore muito, pois pode acontecer de o professor ficar doente, mudar de escola, etc.

10.  Tenha seu estágio planejado: combine com a escola por quanto tempo você ficará por lá. Assim, você passará uma imagem de organização, e a escola confiará mais em você.

Livro didático será acompanhado de material multimídia em 2014

Agora, as editoras poderão inscrever - pela primeira vez - obras que apresentam objetos educacionais complementares ao livro didático (material multimídia, incluindo jogos educativos, simuladores e infográficos animados) no Programa Nacional do Livro Didático (PNDL). 

O material, que será distribuído aos alunos em 2014, também terão endereços onlines, para que os alunos possam acessá-los de onde estiverem. Segundo Sonia Schwartz, coordenadora-geral do programa do livro didático do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as escolas mais afastadas poderão ter o DVD como um recurso adicional para tornar as aulas mais interessantes.

Conforme estabelecido pelo Edital nº 6/2011, do FNDE, os livros inscritos serão selecionados para, então, integrarem o Guia do Livro Didático 2014, que  fornecerá aos docentes um resumo de cada obra, bem como a indicação daquelas mais adequadas ao desenvolvimento pedagógico.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Diário de bordo: Projetos e Didática Específica #2


São Paulo, 26 de fevereiro de 2012.

Passada uma semana sem aulas, devido ao carnaval, nossa turma volta a reunir-se um pouco mais cheia. Como havia muitas pessoas a assistir aula pela primeira vez, o professor fez uma breve apresentação de si mesmo e de sua disciplina; para, então, dar continuidade aos conteúdos.
Nesta aula, o professor falou – de modo geral – qual será a estrutura do projeto que faremos:

I.             Identificação:
Projeto de: curso, treinamento, evento, etc...
Tipo: didático, pedagógico...
Tema: amplo (que represente um problema: professor, gestão, processo de ensino e aprendizagem, etc...)
População alvo: 20 a 25 alunos de uma determinada faixa etária (entre Ensino Fundamental II e Médio)
Duração: de 9 a 12 horas de aplicação
Pessoal responsável: nome dos componentes do grupo
Coordenadores e consultores: nome, profissão, local de trabalho e o tipo de orientação ou consulta realizada com pessoas especializadas ou ligadas à área temática do projeto. As entrevistas e os questionários devem ser anexados ao projeto.

II.             Justificativa / Introdução

III.           Objetivos:
3.1. Gerais: ações que serão relativas especificamente ao projeto (2 ou 3). Redigidos com verbos de ampla significação.
3.2. Específicos: operacionalização dos objetivos gerais. Redigidos com verbos de única significação. As ações serão detalhadas em termos de comportamentais finais, por meio de cada ação.

IV.           Metas: são objetivos quantificados de forma a possibilitar a mensuração e avaliação.

Embora eu já conhecesse esta estrutura, chamou-me atenção a forma como o professor definiu a redação dos objetivos. Sempre vejo as dificuldades dos educadores e coordenadores com quem trabalho em por no papel o que querem realizar, e a maneira que o professor explicou me pareceu muito clara. Tentarei usar isso em meu trabalho, como forma de facilitar a vida das equipes que acompanho.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Diário de bordo: Projetos e Didática Específica #1


São Paulo, 12 de fevereiro de 2012.

Início de ano letivo é aquela expectativa que nos enche de perguntas: como será o ano, o que terei de fazer, como será este professor, será que ele é bom, no que a matéria dele irá me ajudar????? Esses e muitos outros questionamentos pairam no ar nos momentos que antecedem a primeira aula. Comigo, não foi deferente – às vezes acho que isso não mudará nunca, não importa se você estuda na creche ou na universidade – estava ansiosíssima para saber quem, afinal, era aquele professor que sempre vejo andando para cima e para baixo pela universidade.

Somada à ansiedade normal do primeiro dia de aula, trazia comigo um desejo de saber como Projetos e Didática Especifica funcionaria na prática e se não se tornaria uma disciplina cansativa para mim. Diferente do que acontece com os meus colegas de turma – como descobriria mais tarde na aula – eu trago uma vasta experiência em projetos (não tão grande como a do meu professor, mas maior do que a dos meus companheiros de classe). É impossível quem trabalha em organizações não governamentais (seja ela qual for) nunca ter feito um projeto se quer, por menor que seja. Como a minha vida empregatícia inteira foi construída, vivida e compartilhada em ONGs, sei bem coisas básicas para o bom andamento de um projeto: como é a sua estrutura, a importância do trabalho em grupo, como é fundamental planejar e avaliar...

Por sorte, logo nos primeiros minutos de aula, percebi que a forma como o professor conduz a aula “não me fará dormir” e que seu embasamento teórico e experiência de vida têm muito a contribuir com a minha formação.

Nesta aula, entretanto, o que me chamou a atenção foi o perfil dos alunos: diferentemente do que acontece comigo, quase todas as pessoas que compõem a minha sala são apenas bacharéis e cursarão as 6 disciplinas da licenciatura neste ano. Pelo o que pude perceber, elas nunca tiveram uma experiência como educador. Por isso, tive a impressão de que todos se sentiram com medo de não ter um lugar e capacidade para desenvolver o projeto de estágio. Além disto, percebi na fala de alguns o reflexo da falta de vivência e de conhecimento teórico na área educacional.

Como reagi diante deste primeiro contato? Bem, em minha apresentação, disse a todos que trabalho em uma ONG e que conheço várias outras. Minha intenção com isso era me colocar à disposição para ajudar quem precisar – seja com lugares para indicar, seja com a experiência de vida. Sei o quanto precisei de apoio quando “caí de paraquedas” no mundo dos projetos. Sei o quanto é mister a troca para fortalecer a prática pedagógica; por isso, procurei, ao me apresentar, mostrar que estou aberta a qualquer tipo de conversa. Espero poder ajudar.

Passei esta aula sentada próxima a três bacharéis em Artes Cênicas e fiquei pensando que, se fizermos parte do mesmo grupo, poderemos unir o teatro, a literatura e as necessidades locais, fazendo de nosso projeto algo que seja transformadoramente criativo.

terça-feira, 6 de março de 2012

Registro de aprendizagem: Diário de bordo

Apresentação

Olá!

Como já contei aqui, sou estudante do curso de Formação de Professores da Universidade São Judas Tadeu. Esse curso é composto por 6 disciplinas, das quais eu cursei quatro no ano passado (Psicologia da Educação, Didática e Currículo, Tecnologia Educacional e Políticas e Organização de Sistemas de Ensino). Neste ano, tenho como meta as duas que faltam: Práticas e Projetos Educacionais e Projetos e Didática Específica. Em Práticas e Projetos Educacionais, tenho a missão de fazer o estágio supervisionado em Ensino Fundamental II e Ensino Médio; já em Projetos e Didáticas Especificas desenvolverei – junto com meu grupo – um projeto inédito para uma instituição (ONG ou escola). Como parte deste estágio, deveremos elaborar relatórios não só sobre o andamento do projeto (relatório do grupo), mas também relatórios sobre o nosso aprendizado e participação nas aulas teóricas do professor (relato individual). Por isso, resolvi aproveitar que terei que escrever sobre as aulas e meu desenvolvimento nelas para atualizar o blog com as dicas acadêmicas recebidas e referenciais teóricos. Nasce assim a seção Aprendizado e a coluna Diário de Bordo.

Espero que seja útil a todos!
Beijos e até a primeira postagem!
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