Mostrando postagens com marcador Língua Inglesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Língua Inglesa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de abril de 2015

[Prática] Atividade: Tongue twisters e você!

Olá!
Hoje eu trouxe uma atividade que fiz com a minha turma fofa e querida do 5º ano, mas que serve para estudantes de 10, 11 anos em diante – o que inclui adultos. Como as minhas crianças sempre se interessaram muito por pronúncia, preparei uma atividade diferente para descontrair e explorar a prática oral.

Para começar, disse que a nossa aula seria desafiadora e que eles assistiriam a um vídeo de cerca de 10 minutos sobre o tema. Isso despertou a curiosidade das crianças – que me encheram de perguntas sobre o que seria feito. Então, assistimos juntos ao vídeo do canal de uma blogueira brasileira chamada Cintia:


Ao fim do vídeo, os educandos já perceberam que aquela aula seria para eles “pagarem o mico” também. Puxei uma rápida conversa antes de eles começarem, para que soubessem a importância de tentar fazer o melhor e para lembrar que, ao mesmo tempo, a atividade deveria ser tão descontraída quanto o vídeo das meninas – ou seja, todo mundo poderia se permitir errar.

Então dividi os educandos em trios e quartetos, entreguei uma cópia dos oito trava-línguas que aparecem no vídeo e mais dois dados para cada equipe. Como os tongue twisters estavam numerados, as crianças deveriam jogar os dados duas vezes: a primeira, para saber qual trava-língua falar e a segunda para saber quantas vezes falaria. Em uma rodada todos jogavam os dois dados (para ter a oportunidade de falar o trava-língua nº 8, por exemplo) e na outra, apenas um (para conseguir pegar os números baixos, como 1, 2 ou 3).


Clique em download para baixar uma cópia do arquivo.

A atividade foi um sucesso. Os educandos se divertiram bastante (e eu também). Como cada tongue twister era focado em um fonema em específico, consegui perceber quais eram as maiores dificuldades dos estudantes e quais as suas facilidades. Depois, assistimos a mais um vídeo – um pouco mais técnico – em que pudemos ver a visão de um nativo sobre o assunto. No final da aula, abrimos uma roda de conversa sobre como havia sido a experiência e sobre como podemos usar “coisas bobas” para tornar o nosso aprendizado divertido. 


Acabei usando duas aulas, de 50 minutos cada, para a atividade, porque as crianças queriam brincar mais e desafiar uns aos outros. Além disso, eles quiseram levar uma cópia dos trava-línguas para casa, para desafiar irmãos, pais, primos, tios e amigos. Ver o inglês sendo levado à rotina dos educandos também é muito gratificante.

E você, já fez alguma atividade com tongue twisters? Deixe todos os detalhes nos comentários! Vou adorar conhecer um pouco da sua experiência.


sábado, 8 de fevereiro de 2014

[Praticando] Atividade: true or false challenge


Fiz esta atividade na primeira semana de aula com os sextos anos, como uma forma de sondagem e revisão. Com ela, pude perceber quem tinha mais dificuldade e o que os students se recordavam. 

Para esta aula o professor deve separar algumas sentenças com um conteúdo já estudado pelos educandos. Para uma aula de 50 minutos eu preparei 14 orações. Foi interessante porque escolhi não apenas temas gramaticais, mas também culturais.

As frases por mim usadas foram:
  1. A cow eats grass.
  2. The sun comes up in the evening.
  3. A cow gives milk.
  4. A lion eats grass too.
  5. Todas is cold and cloudy.
  6. Five plus two equals eight.
  7. Giraffes are taller than lions.
  8. Neymar likes playing basketball.
  9. Micheal Jackson is Canadian.
  10. Camberra is the capital of Australia.
  11. We can't recycle plastic bag.
  12. Dolphins is in December.
  13. We can run at Ibirapuera park.
  14. We brush our teeth after meals.
No dia da aula dividi os alunos em grupos de no máximo 5 pessoas. Então, escrevi uma sentença por vez e a li em voz alta. Cada grupo tinha alguns minutos para discutir se a tal afirmação era True or False (verdadeira ou falsa). Depois saía perguntando para as equipes quais eram as suas respostas e anotava em um placar na lousa. Ganhava ponto todos os grupos que acertavam. 

Quando a afirmação era falsa, dava um tempo extra para que os grupos tentassem explicar a razão disso. Aquelas equipes que conseguiam, ganhavam mais um ponto.

Embora esta atividade seja simples, consegui perceber várias nuances que vão desde quais são as panelas da sala, quem tem dificuldade e se esforça, quem tem dificuldade e largou o inglês de lado, quem tem facilidade, quem é mais tímido, quem é mais desinibido, se há algum aluno que precisa desenvolver o espírito de equipe e cooperação... Além disso, todo mundo super curtiu. Primeiro, porque eu deixei a formação dos grupos a critério deles; segundo, porque eles estão em uma fase da vida em que a competição torna tudo mais interessante.

Foi uma aula prazerosa, que eu recomendo! ;)

___________
Ah! Só uma observação: esta atividade é muito versátil. Fiz sentenças em inglês, porque é a disciplina que leciono, mas há a possibilidade de as frases serem em português também (com erros ortográficos, semânticos, de concordância etc., no caso das sentenças falsas). Além disso, pode-se adaptar com os conteúdos de outras disciplinas, trazendo os seus conceitos/termos científicos.

sábado, 6 de julho de 2013

Ah, as siglas! Ensino do inglês como segunda língua ou como falante de língua estrangeira?

Não sei quanto a vocês, mas todas às vezes que vejo uma sigla, minha primeira reação é #ainão! Letras que significam um monte de coisas, ainda mais em inglês, podem ser complicadas, por isso, resolvi escrever um pouco sobre isso.

Quando resolvemos ser alunos/professores de inglês, nos deparamos com algumas das benditas siglas: ESL, EFL, ESOL, EAL... Pensando nas respectivas traduções, a primeira, English as Second Language, pode ser traduzida literalmente como Inglês como Segunda Língua. Já a segunda, English as a Foreign Language, é o famoso Inglês como Língua Estrangeira. ESOL, ou English for Speakers of Other Languages, é o Inglês para os Falantes de Outras Línguas e o EAL, English as an additional language, é o Inglês como língua adicional. De todas elas, destacam-se as duas primeiras, que serão as mais discutidas neste artigo. E, em meio a elas; surge, então, a pergunta: se, de sentido, todas elas têm o significado extremamente próximos, qual é a real diferença entre elas?!

Nos países em vermelho, todos os alunos aprendem inglês como língua estrangeira (EFL); nos em magenta, a maior parte dos alunos; nos em verde, poucos alunos. Os países em vermelho escuro (bordô) têm o inglês como língua nativa.*

Pensando na escola de ensino regular e no que dizem os Parâmetros Curriculares Nacionais, a Língua Inglesa é ensinada e aprendida na concepção do EFL, ou seja, como língua estrangeira apenas. Segundo o próprio texto dos PCNs, “A aprendizagem de uma língua estrangeira, juntamente com a língua materna é um direito de todo o cidadão”, já que “o distanciamento proporcionado pelo envolvimento do aluno no uso de uma língua diferente o ajuda a aumentar sua autopercepção como ser humano e cidadão”. Sendo assim, as escolas criam estratégias para que os estudantes entrem em contato com a estrutura da língua e sua cultura de forma que isso “envolvam o aluno na construção de significado pelo desenvolvimento de, pelo menos, uma habilidade comunicativa” (grifo meu).

Inferindo pelo o perfil da maior parte das escolas existentes no Brasil, nota-se que os colégios particulares adotam estratégias diversificadas quanto ao desenvolvimento das quatro habilidades (auditiva, escrita, de fala e de leitura): aderem a recursos audiovisuais, dividem os alunos por níveis de conhecimento, adquirem materiais diferenciados, oferecem a possibilidade de intercâmbio... Já as escolas públicas, por enfrentarem os diversos problemas por todos conhecidos (de salas superlotadas; muitas vezes sem recursos; com professores com formação defasada, com sobrecarga de trabalho, que não são valorizados), acabam focando no ensino do inglês instrumental – que, ao menos, “garante” a habilidade de leitura, para que os alunos encarem os testes dos vestibulares/ENEM. As exceções dessa leitura do ensino de inglês são raras e, é claro, bem vindas!

É claro que esta visão do preparo para apenas uma das habilidades; que, querendo ou não, é seguida por grande parte das escolas regulares, gerou uma crença – a cada dia reforçada pela vivência escolar – de que só se aprende inglês nas escolas de idiomas ou morando fora do país. Mito ou verdade, este pensamento acaba desestimulando alunos e professores no desempenho que se deve ter ao longo do processo de ensino e aprendizagem. Mas este é assunto para outro texto. Voltando às siglas; se, de um lado, a maior parte das escolas ensinam Inglês como Língua Estrangeira (EFL), de outro, encontramos as poucas – e caríssimas – escolas bilíngues/internacionais, que fazem o ESL – Inglês como Segunda Língua. Nelas, os alunos são expostos ao idioma por mais tempo e de outras maneiras, uma vez que, muitas vezes estudam as outras disciplinas da grade curricular (Matemática, Geografia, História etc.) em inglês. Isso se dá pelo fato de: 1. essas escolas receberem alunos de outros países (que tenham ou não o inglês como língua nativa); 2. terem uma proposta de ensino integral (o que leva seus alunos a passarem o dia todo na escola). É claro que, por estarem no Brasil, as escolas bilíngues/internacionais seguem as legislações nacionais e os parâmetros estabelecidos Ministério da Educação, mas suas propostas pedagógicas também têm um diferencial, no sentido de “forçar” seus alunos a vivenciarem a cultura de língua inglesa, como num preparo para exercitá-la fora do Brasil. Vale ressaltar que esta diferença estabelece-se também porque, além de cumprir as exigências do MEC, normalmente estes estabelecimentos de ensino são filiados a órgãos educacionais estrangeiros.


Entender as peculiaridades entre o EFL e o ESL auxilia o professor a pensar em como ele deseja as suas aulas, se elas atendem as reais necessidades dos alunos. Embora a discussão de como aproximar o EFL do ESL seja ampla, pois implica em um salto de qualidade no ensino público e privado no país, é importante ressaltar que há diversas formas de auxiliar no aprendizado dos alunos de EFL. Desde sites a letras de música, de filmes a textos, de discursos a feiras culturais, quanto maior a exposição à língua, mais fácil e orgânico o aprendizado se tornará. Ensinar os caminhos e dar autonomia aos alunos para que eles incrementem os seus processos de aprendizagem é tão importante quanto os momentos dentro da escola – siga ela a sigla que for.

_____________
Referências:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira / Secretaria de Educação Fundamental. . Brasília. MEC/SEF, 1998.
SANTOS, Edson. Ensinar Inglês: EFL ou ESL? Disponível em: http://blogdoprofessoredson.wordpress.com/2013/07/03/ensinar-ingles-efl-ou-esl/
*Wikipedia. Map. English as a Second or Foreign language. Disponível em: http://en.wikipedia.org/wiki/English_as_a_Foreign_or_Second_Language

domingo, 28 de outubro de 2012

Studying English – dicas de sites¹

Oi gente!
Hoje resolve fazer um post para falar do estudo de Inglês como Língua Estrangeira (English as a Second Language – ESL). Por que um post assim?! Porque todas às vezes que comento que sou Bacharela em Letras, as pessoas me perguntam como estudar/melhorar a sua fluência/proficiência na Língua Inglesa. Este post é, portanto, uma das formas de tentar responder a esta questão. Hoje, quero recomendar alguns sites de que gosto. Com eles, dá para aprender muitas coisas online e de graça. Então chega de papo e vamos à lista!

Cambridge Online Dictionary – conjunto de dicionários da Universidade de Cambridge (Cambridge Press), disponível online. Para quem já consegue entender a língua escrita é ótimo. Você pode procurar a definição e a pronúncia (nas versões britânica e americana) do vocábulo em 7 categorias diferentes (Advanced learner’s, Essential British English, Essential American English, Learner’s, American English, Idioms, Phrasal Verbs). Você também pode baixar a ferramenta de busca e instalá-la no seu navegador (para isso, clique aqui). Disponível apenas na versão Inglês-Inglês.


Visual Dictionary Online Merriam-Webstern – uma alternativa para não usar a tradução é utilizar um dicionário visual. Para isso, basta procurar pela palavra ou sua categoria no site. Por exemplo, você pode procurar “dog” ou “animal”, para ver as mais variadas raças, a morfologia e/ou o esqueleto de cachorros. Além disso, o site também disponibiliza o áudio da palavra. Disponível apenas na versão em Inglês.


Confusing Words – Este site apresenta uma lista de palavras que costumam confundir as pessoas. Sabe aquelas palavras que têm sons parecidos, mudam poucas letras na grafia, e que têm seus significados totalmente diferentes? Pois estas são as confusing words. O site traz a definição do vocábulo e alguns exemplos, para ajudar a “desconfundir” a confusão! Disponível apenas na versão em Inglês.


English Experts – é um dos meus preferidos. Blog e fórum que funciona como um guia para quem é curioso no idioma. Sabe aquelas expressões/palavras que a gente nunca faz a menor ideia de como é em inglês?! A probabilidade de ter no English Express é MUITO grande. (De todas as palavras que eu procurei, a única que não encontrei foi “travessa – no sentido de ruazinha”, que descobri ser “byway”). O bacana do fórum é que você pode interagir com outras pessoas que também estão estudando inglês. Além disso, o site é escrito em português, o que ajuda muito quem está começando.*


Inglês na ponta da língua – blog escrito por Denilso de Lima (e sim, eu NÃO errei o nome dele! Hehehe) traz várias dicas, principalmente de expressões idiomáticas. Acompanhar o Inglês na ponta da Língua é interessante porque a gente sempre aprende aqueles termos que os livros se esquecem de nos mostrar! Hehehe - O site é em português.


Tecla sap – site do tradutor Ulisses Wehby de Carvalho que esclarece as dúvidas dos estudantes mais curiosos, trazendo a tradução de expressões como “fazer a bainha da calça”, além do significado de gírias, abordar a gramática e os falsos cognatos. Ele é uma outra alternativa para quem quer descobrir como se fala determinada expressão/vocábulo em inglês - O site é em português.


TongueTilde – gosta de redes sociais? Então este é o seu lugar para estudar não só inglês, mas também outras línguas estrangeiras. Neste site você pode interagir com outros estudantes, assistir a vídeos e ler textos de nativos.


National Punctuation Day – pois é, às vezes eu penso: “Americanos são doidos! Comemoram o dia nacional da pontuação!”. O fato é que, doidos ou não, este site é muito útil para quem quer estudar um pouco das regras de pontuação em inglês (sim, elas são diferentes das regras da língua portuguesa).  O site é em inglês.


Bem, pessoal! Por hoje é isso! Espero que esta pequena lista ajude a todos que desejam se aventurar na língua de Shakespeare!

Xoxo
Fê
___________
*Você também pode conferir as versões para quem estuda outros idiomas: dicas de alemão, dicas de espanhol, dicas de francês e dicas de italiano.

¹Texto publicado originalmente no Algumas Observações.

sábado, 13 de outubro de 2012

[Resenha] Inglês x Português: semelhanças e contrastes

Recheado de dicas, Inglês x Português: Semelhanças e Contrastes é um livro gostoso de ler. Ao contrário de muitas obras sobre a Língua Inglesa, que são voltadas para brasileiros, a forma como o Professor José Ricardo elabora e estrutura o seu livro é cativante, divertida e intuitiva. 

A partir de uma visão global da Língua Inglesa, o autor apresenta não apenas as influências do idioma no nosso dia a dia, mas também resgata o histórico de várias expressões, nos ajuda a pensar nos termos que exigem uma tradução não literal, além de ter em seu conteúdo várias curiosidades e tabelas-resumos. Tudo isso dividido em doze capítulos extremamente organizados. 

Ainda que o título soe completamente técnico – o que pode assustar um pouco os leitores –, a obra é totalmente acessível a todos os tipos de público. Aliás, aqui vale dizer que várias informações apresentadas pelo autor não são fáceis de ver em qualquer livro – principalmente, porque ele escreveu baseando-se nos questionamentos que brasileiros costumam ter ao estudar o idioma. Como o próprio professor José Ricardo diz: “Trato de uma análise global da língua inglesa a partir do idioma português falado no Brasil, a partir do ponto de vista brasileiro, portanto, um livro com o qual os leitores brasileiros se identificarão e terão facilidade de entender e de aprender”. 

De fato, a identificação acontece, porque o processo de explicação parte da lógica da língua portuguesa. Justamente por isso, a obra é recomendada para todos os amantes dos dois idiomas. Embora não seja um livro didático, ele nos ajuda muito em alguns assuntos que costumam ser mais complicados, como as preposições e as diferenças entre os verbos do e make, já que as explicações são bem mais interessantes do que as feitas por uma gramática. 

O único ponto que me cansou um pouco se deveu ao fato de o autor referir-se aos Estados Unidos utilizando o adjetivo "estadunidense”. Embora eu entenda o ponto de vista dele, já estou tão acostumada com “americano” que, demorei para me acostumar com isso. No restante, Inglês x Português: Semelhanças e Contrastes vale a pena ser lido e compartilhado com os amigos, professores, alunos e familiares!

Livro: Inglês X Português: Semelhanças e Contrastes
Autor: Professor José Ricardo
Páginas: 144
Editora: Disal
No skoob.

sábado, 21 de janeiro de 2012

[Atividade] Countable X Uncountable Nouns

Uma amiga minha me perguntou no facebook se eu conhecia alguma atividade que contrastasse o que é contável do que é incontável, na Língua Inglesa. Segue abaixo uma sugestão de aula, inspirada no livro The TKT Course. 

Preparando uma festa de aniversário 

Objetivos: 
  • Identificar quais seriam as comidas e bebidas de uma festa de aniversário, reconhecendo quais itens são contáveis e quais são incontáveis em Língua Inglesa; 
  • Simular a escolha dos preparativos de tal festa, elaborando uma lista com os produtos escolhidos; 
  • Ponderar sobre os aspectos linguísticos que foram necessários para o desenvolvimento da tarefa; 
  • Assumir uma postura dialógica dentro do grupo, negociando quais itens são os melhores para a composição da lista de comidas e bebidas. 

Materiais necessários: 
Worksheets com imagens, nomes e preços dos itens mais comuns – comidas e bebidas – em festas de aniversário. 

Desenvolvimento da atividade: 
1. Warm up: Comece perguntando aos seus alunos quando eles fazem aniversário, o que eles gostam de ganhar de presente, o que consideram uma boa festa e quais são as comidas e bebidas que não podem faltar neste momento de comemoração. 
2. Divida a turma em pequenos grupos e entregue a eles os worksheets. 
3. Peça a cada grupo que, a partir daqueles worksheets, monte uma lista de compras para uma possível festa. É importante que você estabeleça um valor de gasto máximo para cada grupo (por exemplo: cada grupo terá que fazer uma festa gastando, no máximo $30). Assim, eles serão forçados a fazer escolhas entre os itens dos worksheets. Para que fique mais fácil na realização da escolha, estabeleça também um número máximo de convidados. 
4. Estabeleça um tempo para que eles elaborem a lista de compras. Enquanto os grupos trabalham, ande pela sala, esclarecendo possíveis dúvidas. 
5. Peça para que um grupo apresente sua lista para os outros. Neste momento, ajude-os com pronúncia e/ou outras dificuldades. Agrupe no quadro/lousa, em duas colunas, os produtos que são contáveis e os que são incontáveis, explicando-lhes, então, esse conteúdo gramatical*. 
6. Entregue aos alunos um exercício por escrito, que contenha o novo conteúdo aprendido. 

Avaliação: 
1. Observe o trabalho em grupo e as dificuldades mais recorrentes. Se surgir algum ponto que seja comum a todos, aproveite o momento 5 do desenvolvimento da atividade, e faça os devidos esclarecimentos. 
2. Debata com os alunos as diferentes respostas dos grupos, apontando semelhanças e diferenças entre elas. 
3. Corrija o exercício escrito, observando o que fora – ou não – apreendido pela turma. Se considerar necessário, faça uma revisão dos principais pontos e/ou entregue um material por escrito sobre o tema.
________________
*Você pode encontrar esse conteúdo clicando aqui, aqui e aqui.
________________
Referências:
SPRATT, Mary; PULVERNESS, Alan; WILLIAMS. The TKT Course. Cambridge Press University, 2005.

domingo, 20 de novembro de 2011

História da Língua Inglesa

A revista digital abaixo traz um resumo da história da Língua Inglesa de forma prática e didática.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...